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a mãe dos PP's

A propósito

dos seguintes post`s deCasal irrequieto e P.A lembrei-me do seguinte:

 

Cá vai:

 

Na frase:" Amor, mete duas bananas, dois iogurtes e um pacote de bolachas na lancheira"- onde está a dificuldade de entendimento?

O pai dos PP´s responde:

" meto duas bananas das mais pequenas ou das maiores? Meto iogurtes mimosa ou iogulinos? Bolachas de quais?"

 

Na frase:" Leva o P maior á casa de banho e pede que lave as mãos, certifica-te que lava bem a boca, porque andou a brincar com um morango"- onde está a dificuldade de entendimento?

O pai dos PP´s responde:

" Que mal tem um morango(que nem sequer foi lavado) para ter que lavar a boca?"

 

Na pergunta: "Mudas a fralda do P menor, que agora estou ocupada?" -Onde está a dificuldade de entendimento?

O pai dos PP´s responde:

"achas mesmo que tem de ser mudado? Tens a certeza,certezinha que tem cocó?" Não podes mesmo ser tu a mudar? Eu não me importo mas..."

E durante a muda da fralda: " Que creme meto no rabo do P? O Halibut ou A-derma?"

 

Na pergunta: Podes arranjar uma pêra para o P menor comer?-Onde está a dificuldade de entendimento?

O pai dos PP´s responde:

" E devo esmigalhar com o garfo ou passo no ralador?"

 

Diz-se por aí que as mulheres são complicadas... será?

A mãe dos PP´s responde: Não me parece 

 

 

 

Mãe coragem?

Estava a ver televisão e reparei que chamaram mãe coragem a uma rapariga que entrou no desafio final da casa dos segredos.

Pus-me a pensar(): mãe coragem... o que é ser mãe coragem e porque merda chamam a esta mulher de mãe coragem?

Pensai comigo:

Creio que, mãe coragem somos todas a partir do momento em decidimos dar á luz um filho que nos sai pela passarinha prima (e até hoje não entendo tamanha capacidade feminina e os meus PP´s nasceram de parto normal) e ainda que tivessem nascido de cesariana eu também me consideraria mãe coragem. Parir nem é, sequer o mais doloroso de ser mãe.

Todas abdicamos e morremos um pouco para nós mesmas a partir do momento em que se tem um filho, pois  tudo muda ( mudam as rotinas, mudam as prioridades, muda a mãe, muda o pai, muda o sexo (quiçá pra melhor...após a escassez inicial de quando nasce o rebento) muda a paciência, muda o estado emocional, muda a capacidade de aturar pitafes alheios)

Todas, todinhas damos o cu e oito tostões por um banho relaxante, por uma refeição quentinha, por um cafézinho no café que fica já ao virar da esquina.

Todas nos cagamos borramos de medo quando não conseguimos acalmar os putos, todas choramos na primeira vacina, todas ficamos doidas e dementes de cansaço.

Todas desejamos pelo menos uma vez, que os putos comecem a comer porque já não os aguentamos pendurados das mamas e... credo como às vezes demoram a mamar . Só o marido se delicia  com o tamanho das mamas enquanto amamentamos.

Todas sentimos a falta de tempo até para cagar  ir ao wc sózinhas, sem o choro que vem da sala. Todas desesperamos, todas achamos que devemos marcar consulta de psiquiatria, todas achamos que não vamos dar conta do recado.

Todas temos imenso trabalho e toda a gente pensa que temos tempo para sentar no sofá a coçar a passarinha prima, mais ou menos assim:

Então, se somos todas mulheres, se todas parimos e sentimos dor, se todas choramos, panicamos, desesperamos e enlouquecemos com a maternidade e se todas achamos que depois do parto ficamos com a passarinha prima meio bamba...

Porque raio chamam mãe coragem à rapariga só porque deu uma queca com o homem errado???????  Foda-se

Não choquei ninguém, certo?