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a mãe dos PP's

o sexo, a mãe e um corneto

Ponto 1: A mãe é mulher. A mãe gosta de fazer o coiso e tal e depois há aquelas fases do mês, em que se a mãe não tem sexo corre o risco de sair á rua e tirar os olhos a alguém. Dizem que é das hormonas. Tanto se me dá. Para fazer o bom do amor qualquer desculpa serve. 

 

 

Ponto2: Sabem aquela amiga ou amigo que tem a ideia parva de vos pedir o cuzinho de chocolate do corneto de nata que estão a comer? Sabem como vos dói dar esse pedacinho? E a sensação de frustração que vos assola a alma?

 

 

Pronto não tenho comido cornetos de nata nem de outra coisa qualquer e até fiz o amor...quase todo... mas o P menor acordou e o cuzinho do gelado pufffffffffffffff......

 

 

 

Coisas loisas

O marido comprou paté de sardinha para petiscar. Eu comi com o marido e disse lhe: " guarda o resto numa lancheira própria porque não deve ser guardado em alumínio".

Que acham vocês que ele fez?

 

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 Pois... Guardou na lancheira... Dentro do alumínio...

 

 Será que não me expliquei?

Eu é mais fraldas e cagaitas

Faz parte das delícias da maternidade.

A mudança da fralda é importante para a saúde do rabinho do bebé. E como ficamos de coração tranquilo quando está um belo cocó á nossa espera. É sinal que não há cólicas e não é preciso aplicar o bebegel.

É isso. Limpar cocós torna-se de todo interessante quando se tem um bebé. Ouvi dizer que há pais (homens) molinhos que não conseguem fazê-lo, vomitam e tal. Coitados. Não foram talhados para tal.

E sabem aqueles episódios em que o cocó se espalha por todo o lado? Pois é, muito lixado. Mas há que limpar.

Deixei essa tarefa para o meu marido ontem á noite. E ele chegou ao pé de mim amarelo, muito amarelo.

Tipo chinoca...

As mães conduzem mal

As mães conduzem mal. 

Não basta serem mulheres e isso ser já garantia para uma má condução, também a maternidade tem influência directa numa condução negligente.

As mães conduzem mal, é mesmo verdade! Estão sempre á pressa para fazerem centenas de coisas e irem buscar os rebentos á escola. São mesmo taralhocas as mães. Até parece que os demais utentes da via não têm vida.

Eu sou uma mãe desenrascada e muito boa condutora, mas ás vezes chateio-me e grito, mando vir com os condutores e condutoras que não são pais. É só buzinarem que eu franzo logo as sobrancelhas e estico o dedo do meio.

As mães conduzem mal e isso deixa me triste.

Acho que só gosto da condução suave e maternal de uma pessoa, que é da minha mãe. E só digo isto porque é minha mãe e não vá ela ler isto e ainda me dar tau tau. Ainda estou em muito boa idade de levar tau tau.

As mães nunca deixam passar ninguém e não dão prioridade a quem se aproxima. Andam sempre azedas e apressadas estas mães.

Vitimizo pessoas todos os dias que pego no volante e não tenho nenhum mercedes nem trato o meu carro como uma limusine. Porra! Sou tão azelha. 

Acho que as mulheres deviam ser condutoras ou ser mães. As duas coisas é que não. Porque 85% dos acidentes são causados por mães. 10% por mulheres normais e os outros 5% por homens que devem levar as mães ao lado.

As mães fazem sempre ultrapassagens perigosas e depois há um tipo de mães que não passa dos 50 para não causar soluços aos filhos.

As mães quando soltam em si as condutoras que há nelas fazem acidentes e vai acontecer o mesmo quando soltarem os seus filhos. As crianças vão causar acidentes.

Já coloquei um letreiro autocolante no vidro traseiro do carro "Sou mãe, para sua comodidade afaste-se".

 

Este post é feito por uma mãe condutora e feminista frustrada que não entende coisas que lê por aí.

 (Este post é paródia, que não se pense que estou armada em carapau de corrida...)

A doutora mãe

Bom dia.

Daqui se pronuncia a doutora mãe.

A doutora mãe desconfiou que o P maior tinha otite no ouvido direito, por estar demasiado febril e queixoso do mesmo.

A doutora mãe disse ao marido: " explica lá ao médico que atender o chavalo que lhe dói o ouvido direito".

O chavalo foi atendido por uma doutora que não a doutora mãe que concluiu: " tem otite mas no ouvido esquerdo"

Aqui a doutora mãe estranhou e encolheu os ombros. No entanto, a doutora mãe viu sair alguma cera e pus do ouvido direito e não do esquerdo.

O marido da doutora mãe diz que não tem mal porque " sabe lá o antibiótico qual o ouvido que cura".

A doutora mãe acha que a doutora que atendeu o filho é sapateira.

Mas a doutora mãe tem um mau feitio do caraças e uma língua que dá a volta ao mundo.

Ele há gente muito parvinha, assim como a doutora mãe.

Estimada ventania

tentei ser fofinha e dar te alguma utilidade, mas foste ingrata e rebelde levando as cuecas do marido e as meias dos miúdos pelos ares. Fizeste com que saísse de casa a mil á hora e fui apanhar a roupa na rotunda que fica perto do prédio. Foste deveras inconveniente e por tua causa ouvi buzinadelas e levei com olhares reprovadores.

Amuei e odiei-te. Não obstante a tudo isto quando saí á rua, viraste-me o cabelo do avesso e senti-me uma daquelas bonecas dos trolls. E eu odeio trolls. Como posso lidar com tamanha ingratidão? Por tua causa os miúdos andam entupidos e meio ranhosos, gozam comigo por ser magra e dizem que vou pelos ares. Compararam-me a um balão da zippy.

Enfiei o meu caçula no carro e ouvi um espirro, olhei para ele e vi "nhanha" no encosto do banco e tu sabes que o meu marido é sensível e enjoa com pouco. Como pudeste?! Achei que a tua presença seria útil para enxugar a roupa e tu... e tu quase que a rompeste.

Hoje fazes-te notar mas de um modo mais discreto. Por favor vai e não voltes. Raios te partam, afinal para que serves tu?

O P maior chegou á escola e quando olhei para ele parecia o Vegeta do Dragon Ball...

Depois de toda a maldade que me fizeste vai de vez e não me procures mais. Não olhes para trás, não te darei outra oportunidade!