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a mãe dos PP's

Quando isto bate no peito...

Sempre achei que o mais importante são as relações que estabelecemos com as pessoas. Que importa pois, e muito aquele telefonema, aquele café rápido, aquele aperto no braço que descreve a preocupação sentida por alguém.

Que há que fazer o momento valer a pena.

Com o passar do tempo esta ideia que eu tinha parece reforçada, mas com um senão: Nem todas as pessoas sabem doar-se e aquelas de quem mais espero, talvez, possam ser aquelas que mais me irão falhar e ainda assim eu vou sentir a falta e preocupar-me com elas se motivo houver.

No entanto, não me sinto vítima destas ausências. Eu é que sempre fui de gostar fácil e de apego rápido, não aquele apego de cola, não. Daquele que me faz falta saber se fulano ou beltrana estão bem.

Eu nunca alimentei ódios. Eu sempre soube separar as águas e só desgostar ou afastar me se para isso houvesse motivo.

Eu nunca fui de emprenhar pelos ouvidos (na verdade das duas vezes que isso aconteceu, foi pelo sítio certo, acreditem !), mas dói me perceber que por vezes as pessoas se alimentam de pequenos ricocós que as fazem afastar se de quem as ama. 

E o amor, é o que nos impulsiona a vida, certo? Ninguém é feliz sózinho, pois não? É que de repente, vejo muitos casulos com arame farpado em volta.

E eu não sou de desistir de quem gosto e já me tenho picado muitas vezes. E dói... e faz sangue...

 

( isto hoje está uma pieguice de merda, não está?)

Foda-se

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