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a mãe dos PP's

Saltos altos

Sou o tipo de mulher que faz parte daquele grupo de pessoas que não sabe andar de saltos altos e que quando tenta fazê-lo... é um desastre. Nem tacão baixo, nem tacão grosso, comigo não resulta.

Ir a um casamento ou batizado e ter que ir finória não combina comigo, sinto-me um alien.

Andei três semanas a treinar nos sapatos com que havia de casar,e, por acaso, nem correu mal, o vestido tudo tapava e mal ou bem lá me meti em cima dos saltos altos. Saí da Igreja e pedi os mocassins à minha mãe e assim andei o resto do dia.

Ainda me tentei habituar, mas com filhos então nem pensar, dou três passos e torço o pé duas vezes. Ou é mesmo falta de hábito ou há algo de errado comigo.

Isto para vos dizer que andei a dar volta aos sapatos cá em casa e dos três pares que tenho com tacão parece que nunca foram usados.

Não sei se mais alguém?

Por agora calço uns tennis e lá vou. 

 

Asas

Hoje, enquanto conduzia, passou no rádio aquela música do telefilme Amo-te Teresa.

 Asas, dos GNR.

A música podia ter-me levado ao ano em que, ainda miudinha , com os meus 14 ou 15 anos, ficava embasbacada a apreciar o rabiosque do Diogo Morgado e tudo o resto que a ele pertence, mas não.

Enquanto ouvia a música, só me lembrava dos meus filhos.

Porque ele crescem e ganham as suas asas, a sua autonomia e ainda que muito novinhos, vão tomando as decisões deles, ainda que não passe para lá do boné que querem ou não levar à rua ou que brinquedo escolher. Porque vê-los crescer é maravilhoso e cortar-lhe as asas seria demasiado egoísta, demasiado cruel.

Todos nós nascemos para ganhar asas, para semear, para colher. A dada altura, privar alguém dessas asas, (só) porque se ama...seria tortura.

Sou uma pessoa de fé, e todos os dias rezo a Deus pelos meus filhos, peço para eles protecção. Que Deus me ajude a dar asas aos meus filhos e que com as minhas asas eu os proteja, guie e abrigue.

 

Que as asas de todos nós sejam sempre um porto de abrigo para alguém... ainda que doa.

 

 

Conversas de portado

Eu odeio conversas de portado.

Sim, aquelas coversas, género fofoca de quem leva o dia no portado da vizinha. Eu detesto quando metem a mão na testa para não dar a entender, mas olham para nós de alto a baixo e reparam na blusa às pintas e na saia azul que trazes. Eu detesto que me sorriam pela frente e concordem com tudo o que eu digo, quando passada uma semana, a melhor amiga diz que afinal..."olha, veio-me com esta conversa". Ai eu...fico piursa.

Eu detesto a ideia de não poder confrontar a pessoa devido ao " assim perdes a razão". Detesto.

Porque afinal seria melhor confrontar e depois ficar aliviada do que mostrar trombas à dita da fofoquice até que me lembre.

Eu detesto hipocrisias, caramba! Porque raio não posso dizer o que penso e tenho de ser politicamente correcta?

Às vezes acho que o mundo não combina comigo.

 

Infecção Urinária?!

" O P esteve sempre muito paradinho durante o dia". Disseram-me ontem, no jardim de infância.

O meu coração quase parou. Pensei para mim que algo não estava a bater certo. O P estava com febre desde o início da semana passada e a suposta constipação era viral, não bacteriana, pelo que já deveria ter dado tréguas. Cheguei a casa, medi a febre ao P: 39. Liguei de imediato ao meu marido que viesse, para ir com ele ao hospital. Estávamos preparados para serem feitas análise de sangue, já que tinham sido feitas análises à urina na terça feira e tudo estava bem.

Quando a médica que atendeu o P, abre o processo e diz:- "Chegou agora mesmo o resultado de um valor da urina que havia ficado pendente na terça feira. O Pedro está com uma infecção urinária. Iriam ligar-lhe amanhã." 

"Oi? Resultado pendente? O médico não nos disse nada! iriam ligar-nos amanhã? Com um miúdo de três anos com infecção urinária?! Isto cabe na cabeça de alguém? Só a mim me faz confusão? É um miúdo que está com febre há uns dez dias!" Pelos vistos as coisas funcionam mesmo assim.

Agora está devidamente medicado (espero eu) e hoje ficou comigo e com o P menor em casa. Aparentemente a febre começa a dar tréguas.

a mãe dos PP`s

A"piada" dos testes de gravidez

Recordo, um dia de Novembro de 2012 em que me sentia completamente nauseada. Como estava a tentar engravidar, dirigi me a uma farmácia e pedi: "Quero um teste de gravidez, por favor".

Pois, parece-me tão normal como ir comprar benuron ou brufen, mas a senhora da farmácia não resistiu e deu uma gargalhada. Não percebi a graça. Durante todo o atendimento toda a sua postura foi " esta não sabe às quantas anda".Agradeci e fui me embora, o meu mau estar era tanto que não me apeteceu perguntar-lhe o motivo da risota.

Pelo menos o teste deu positivo :))

 

Pois bem, o meu filho mais velho, anda há alguns dias com um virús que lhe dá febre, muita ranhoca e mau estar. Talvez por isso,ontem, acordei com dor de garganta, meio constipada,afónica e um pouco enjoada. Para ficar tranquila dirigi-me novamente a uma farmácia e pedi um teste de gravidez sem muitos ricocós, bastava dizer se positivo ou negativo.

Logo, a menina estagiária me esboçou um sorriso aberto e toda ela me atendeu sorrindo, enquanto olhava o meu pequeno P que dormia no carrinho. Querida, esta estagiária que se deu ao trabalho de me dizer que tinha que fazer xixi no pauzinho e que não convinha fazer xixi no restante teste. Ainda bem, não fosse eu meter o teste todo na vertical. Ainda me explicou se um tracinho negativo, se dois positivo. Ah! e em caso de dúvida, "leia as instruções".

E pronto foi sempre rir do príncipio ao fim, vá se lá entender porquê.

O teste deu negativo.

 

a mãe dos PP`s

 

 

Saudade

Às vezes gostava de guardar todas as pessoas de que gosto junto de mim, bem junto de mim. Talvez, por ter a sensação que estando pertinho, eu as protegesse de tudo. Obviamente que não conseguiria. 

Tenho saudades de pessoas que não vejo há tantos meses e muitas delas, talvez não as veja tão depressa. A vida encarrega-se de nos presentear com pessoas que nos fazem falta, mas que por um motivo ou outro vão para longe, com o seu rumo e o seu caminho. Dói me sempre uma despedida, dói sempre a lembrança de alguém que dificilmente voltaremos a encontrar e a abraçar... e há aqueles dias em que um abraço para matar a saudade, dar me ia anos de vida.

Um telefonema? Talvez... mas às vezes soa esquisito. Por vezes é melhor acomodar a saudade e seguir em frente. Afinal de contas isto "anda tudo ligado" e quem sabe, se o Universo, um dia me traz esse abraço.

 

urso.jpg

 

As cuecas da minnie 2

Entretanto, tenho esquecido de aqui falar que descobri de onde veio a ideia do meu P maior, quando me falou das cuecas da minnie.

Num dia em que fui buscá-lo à escola, estava uma mãe muito comprometida a fazer sinais à filha para baixar o vestido, enquanto a miúda se divertia colocando o vestido numa espécie de " vai acima e vai abaixo". Ora pois, entre o cima e o abaixo o P espertalhão vê tudo. Daí " a menina tinha umas cuecas da minnie" :)

Pois... coisas da vida.

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Acrobacias

Nesta casa nada se percebe.

Eu arrumo, o P maior mete tudo em cima do sofá e o P menor deita tudo para o chão.

O pequeno P, que explora tudo, atira-se para cima do mano e numa tentativa de lhe tirar o comando da televisão cai de rabo no chão. Não satisfeito com o sucedido, tenta levantar-se e tudo o que consegue é fazer a "ponte". Só visto, deixo me rir sem que eles se apercebam da graça que me dão ao vê-los tão novos e já às avessas um com o outro.

Mas o grande P que se cuide que quando o mano conseguir realmente colocar-se de pé... vai fritá-lo.

Meus amores.

 

a mãe dos PP´s

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