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a mãe dos PP's

Que música te faz ficar no carro? Responde a miss queer

Bom dia povo!

Hoje a minha convidada é a miss queer foto do autor que em dez segundos nos faz rir e pensar em detalhes importantes da vida.

Bora lá que isto hoje promete                      

 

Bom dia, coisas boas do meu coração! Em primeiro lugar, tenho de agradecer à linda e maravilhosa mãe dos PP’s pelo convite e por nos dar o prazer de a lermos (quase) todos os dias aqui neste mundo. um brinde à mãe dos PP’s! Gosto muito de ti. 

Eu também gosto muito de ti 

atualmente o cd que tenho no carro é o do rancho da terra dos meus pais… mas eles são famosos! e têm músicas giras. foram até um dos cd mais vendidos o ano passado. por que raio me estou a justificar? gosto e pronto! e, confesso, também gosto de música portuguesa. António Zambujo (ou não cantasse ele muitas vezes como rancho), Raquel Tavares, Luiz Caracol… cantores destes estilos.

Dos tempos de estudante ficaram-me reinterpretações de músicas pop adaptadas ao clássico, a maioria das vezes gosto mais destas versões do que dos originais.

quando me dedicava às cantorias (parece que foi há uma vida atrás), cantarolava o falecido Beto (fez-me ganhar um concurso!), Joss Stone… como veem, os meus gostos são como eu… variam consoante o espírito!

mas parece que é suposto indicar uma música que me faz ficar no carro… isto vai precisar de contexto para não pensarem que sou muito lamechas: há dois anos e meio, a minha prima decidiu casar. depois de um namoro de dez anos e já com duas filhas, depois de o noivo ter emigrado para o reino unido e de várias tentativas (falhadas) de ela se juntar a ele por terras de sua majestade, decidiram casar. Contudo, trocaram a marcha nupcial pela a thousand years, da Christina Perri.

 

Eu não sou chorona, mas chorei ao ver a minha prima entrar (quem não chorou?). aquele dia foi inesquecível. O amor entre eles é dos mais bonitos que já conheci e esta música ficará para sempre associada a ele e, desde esse dia, sempre que a música toca, seja no carro ou em qualquer outro sítio, recordo aquele momento mágico e fico parada a ouvi-la. Felizmente já não dá muitas vezes!

         

 A miss é piegas? E depois que mal tem isso? 

Gostaram?

 

A propósito do dia de hoje

Portugal, país querido
terra das grandes sacanices
Todo o político é bandido
Sofre o povo grandes crises

 

Portugal do qual me orgulho
mas que muito me faz pensar
uma assembleia cheia de entulho
põe o povo todo a penar

 

Já ninguém compra discurssos
lá para os lados da capital
estamos fartos de ser ursos
damos o cú e ficamos mal

 

Um político sempre aos coices
a outro igualmente xoné
nas mãos deviam ter foices
e em vez de carro, andar a pé

 

Tenho pra mim que sou meio louca
que a honestidade nunca será moda
mas facilmente se rouba
mais dificilmente se acorda

 

Andam todos a cagar
postinhas de bacalhau
a quem de peixe não gosta
a quem na mão tem um pau

 

O meu maior desejo
é vê-los todos pastar
mas aquilo que vejo
dá muito que falar

 

Portugal país amigo
de políticos muito brega
olhando para o seu umbingo
com o povo fazendo merda

 

 

Viva ao 25 de Abril! 

Futebol e outras merdas

Eu só gosto de ver jogos da selecção. Aí sou adepta para meter cachecol, gritar e sofrer. Para o restante mundo futebolístico estou me a cagar.

E não percebo porque caralho porra levámos um fim de semana a falar do derbi cujo resultado deu semelhante merda...empate e não me acrescentou nada á vida.

Os meus ouvidos vomitam Bruno de Carvalho e Jorge Jesus... assim tipo quando oiço musica do Agir ( sem querer ofender quem do moço gosta) e é isto. São todos iguais, como diz a música da outra e nós espectadores, temos que levar com a peixeirada desses parvalhões. Quase que me apetece comparar o futebol á política. Mas seria uma ingratidão para o futebol.

Pronto fica o meu desabafo... pelo menos foi um fim de semana de quecas triunfantes... não se pode exigir mais...

 

Reergue-te

Os seus olhos gritam por alguém que saiba abraçar e lhe segrede que tudo ficará bem.

Conheço a mudez desse mesmo grito que chega á garganta e se transforma em nó. Não me é estranho. Infelizmente. Aproximei me de todo o coração e disse lhe baixinho: " ainda que pareça estranho, estarei sempre aqui". Sorriu-me por fora, enquanto chorava muito por dentro, deixou-me sair e á noite quando a tristeza teimava em avassalar-lhe o peito, procurou-me. Desabafou muito e fiquei ali apenas com o meu silêncio e toda a minha disponibilidade. No denserolar da sua história, revelei-lhe algumas fragilidades minhas. Ficou mais confortável e ficou mais confiante. Beijou-me na testa e saiu.

No dia seguinte procurei saber sobre as suas forças, disse-me que me afastasse, que não quer apegar-se, que não me preocupasse. Pediu desculpas por saber o quanto me estaria a magoar. Disse me que não presta, que não merece o meu tempo, que não queira saber mais.

Baixei os olhos, caí por terra, senti angústia.

Com a voz trémula disse-lhe: " Ainda assim, estarei sempre aqui, o que os seus lábios me proferiram, o coração não sentiu".

É triste quando alguém não deixa que a dureza da vida amaine, mais triste é quem triste fica por assim ter de ser.

Que música te faz ficar no carro? Responde Robinson Kanes

Bom dia peopleeeeeeee!

O meu convidado de hoje brinda-nos sempre com post`s sobre história  e fotos lindíssimas... ultimamente com muito humor também... não que houvesse necessidade... mas eis que Robinson Kanes aceitou o meu convite 

Vamos nessa que isto hoje promete 

 

Se disser que tive este amável convite e me esqueci de enviar o texto não estou a mentir... achei que era vedeta e como qualquer português sem ter onde cair morto, acreditei que fazer esperar me daria um look importante.

(Ele há gente muito chique) 

São muitas as músicas que me fazem ficar no carro, depende da situação... e agora pensem o que quiserem.

Se por um lado gosto de música clássica, música do mundo e jazz e não é incomum ouvi-las no carro, também tenho um lado mais aventureiro na condução. Na condução gosto de músicas alegres, sobretudo músicas que acompanhem aquela road-trip... aquela road-trip que nos faz parar em frente a um local lindíssimo e ficar a admirar tal atracção com um som de fundo. Ou então aquelas músicas que nos fazem conduzir sem ter cara de “peixe cozido” ou de quem passa os dias a ouvir programas estupidificantes na rádio quando vai para o trabalho.

Poderia escolher tantas, até porque minuentur  atrae carmine curae, já dizia Horácio, ou seja, a música ajuda as mentes perturbadas. Mas há músicas que nos fazem ficar no carro e deixar toda a gente a olhar para nós, e não é só com o carro parado, mas também em filas de trânsito.

Talvez por ter algo em mim de Andaluz, escolhi o “Djobi, Djoba” dos Gipsy Kings! Não há viagem a Espanha em que esta não role! Podia escolher tantas outras músicas, mas penso que esta, ao dia de hoje, é a que mais se adapta. A alegria, a festa, um pouco até da cultura mediterrânica para nos fazerem saltar do chão e não cair sobre um triste fado (maldito fado que nos quiseram impor e agora dizem que nos está no sangue). Lembro-me das deslocações para a Universidade, as festas e uma alegria de viver, que por vezes nos tentam retirar... olhem, vivam em Fiesta!

 

 

Isto hoje é para abanar o corpinho 

 Gostaram?

 

Quando me ligam da escola

torcem-se as tripas, tremem as pernas e vomita-se o almoço.

Ontem ligaram -me da escola e assim que ouvi a voz da educadora borrei-me logo.

" Mãe, não se alarme, mas o P caiu e fez um grande galo."

E eu pensei: Ora foda-se! Este meu filho anda sempre com a cabeça feita numa romã!

E eu: "Caiu?, mas caiu como?"

" Andava a correr,tropeçou e caiu, mas não vomitou,nem sangrou,nem está sonolento"

Fiz uma pausa.

" Mãe, está tudo bem?"

Eu: "estou um bocado a tremer das pernas, mas fico bem"

Então até logo.

Desliguei o telefone e fui á casa de banho descarregar os nervos...

 

Quem nasce para lagartixa...

Fui passar a Páscoa ao Alentejo e soube-me tão bem sentar à sombra da azinheira que por momentos desejei que aqueles momentos se prolongassem.

Fui invadida por uma paz que me consumiu o espírito e as entranhas. Juro, por momentos pensei estar no paraíso. Agora de volta às rotinas normais espero colocar esta paz em cada acção minha. Mas como santidade em mim não é uma coisa que abunde, o melhor é levar a vidinha com calma e tentar fazer mais sexo  para apaziguar a alma. Se podia tê-lo feito á sombra da azinheira? Podia, mas não era a mesma coisa 

Podia ser um post fofinho e decente, mas quem nasce para lagartixa nunca chega a jacaré...

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